quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Liga Europa
No final de contas uma campanha falhada. O Porto tem de se qualificar na fase de grupos e ponto final.
Na Liga Europa temos de ser candidatos a ganhar novamente.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Jornalista??
"Os portugueses estão hoje divididos mais do que nunca. Há os que veem em Pedro Passos Coelho um “salvador” e os que o veem como o “coveiro da Pátria”. Do mesmo modo, há os que gostam de Paulo Bento e os que o detestam.
Reconheça-se que há um certo clubismo nestes sentimentos. Os adeptos do FC Porto, por exemplo, nunca perdoaram a Scolari não ter convocado Vítor Baía – e, por isso, bateram palmas à sua substituição e apostaram no êxito do seu sucessor, Carlos Queiroz. Pela mesma razão, não gostaram da saída de Queiroz e fazem agora campanha contra o treinador que lhe sucedeu, Paulo Bento."
No dia seguinte ao apuramento de Portugal para o Euro por 6-2, este senhor afirma que 1.5 ou 2 ou 2.5 milhões de portugueses ficaram desiludidos... Sempre, sempre os adeptos do Porto na vanguarda de tudo o que de negativo possa acontecer no futebol nacional.
Ao que parece um famoso adepto do porto (Manuel Serrão) apelidou Paulo Bento de Parolo... Obviamente por indução lógica os adeptos do Porto fazem campanha contra Paulo Bento. O que representa isto no dia seguinte ao apuramento para o Euro?? se os Portugueses estão divididos, uns ficaram contentes e os outros tristes.
Eu sou Portista, nunca gostei de Scolari, não gostei da forma como Queiroz foi empurrado, e desejo o maior sucesso a Paulo Bento. Estive inclusive no Dragão a apoiar Portugal contra a Dinamarca e contra a Islândia.
Por fim não reconheço qualquer Portista seja ele qual for como porta-voz de todos os Portistas e acredito também que hajam poucos Portistas que deleguem o seu portismo opinativo...
Já quanto ao "jornalista"... não me surpreende.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Notas sobre OE 2012
O aumento de meia hora de trabalho no sector privado é no meu entender praticamente ineficaz... pela simples razão que na maioria dos casos trata-se apenas de legalizar uma prática já generalizada... Por exemplo: para quem trabalha no sector da banca, meia hora adicional de trabalho "legal" é perfeitamente indiferente... E porque não o aumento do horário da função pública de 35 para 40 horas semanais???
Revisão dos feriados é uma medida que apenas por falta de coragem não tinha sido já implementada. Pelo menos 5 feriados deviam ser extintos por não terem qualquer referência ao estado laico. Não defendo a extinção de todos os feriados religiosos pela simples razão que alguns estão já enraizados na cultura nacional.
- Festa móvel Corpo de Deus-Quinta-feira da 2.ª semana após o Pentecostes (60 dias após a Páscoa).
- 15 de Agosto Assunção de Maria-É a solenidade da Igreja Católica referente à elevação de Maria em corpo e alma à eternidade, para junto de Deus, de forma definitiva.
- 5 de Outubro Implantação da República-Celebra a implantação da República Portuguesa, em 1910, que põe termo à monarquia então vigente.
- 1 de Novembro Todos os Santos-Utilizado para recordar entes falecidos. O Dia dos Fiéis Defuntos é a 2 de Novembro mas, por questões de ordem prática, passou a usar-se o 1 de Novembro para visitar e recordar os falecidos.
- 8 de Dezembro Imaculada Conceição-Padroeira do Reino de Portugal desde 1646.
Pelo menos estes feriados são dispensáveis, outros também seriam mas... enfim, a Concordata parece ter mais poder.
Parece-me positivo o recuo na descida da TSU porque não me parece que tivesse grandes efeitos no emprego. Menos ainda se compensados por uma alteração no já pesado IVA. O emprego só crescerá com um aumento da procura interna e externa... ou seja com o crescimento do PIB. A diminuição dos custos do trabalho geram aumento de lucros e não de emprego.
O reescalonamento da Taxa normal de IVA é brutal para determinados sectores que fazem parte do "tecido turístico". Continua a não haver uma aposta de mudança do paradigma de desenvolvimento.
A suspensão dos 13º e 14º salários é muito dura, demasiado até. Todo o consumo sazonal vai ser brutalmente diminuído... O turismo vai sofrer cortes brutais, bem como o consumo electrodomésticos, mobiliários etc... Poupança impossível de ser feita.
Esperemos que as medidas sejam mesmo necessárias.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Obra e dívida
Se houvesse dívida e não houvesse obra estávamos perante um caso de justiça e não puramente político...
Justificar a dívida com a necessidade é a mais fácil e eleitoralista das justificações.
O ser humano é por definição insatisfeito e as suas necessidade permanentes e intermináveis. Um bom político define prioridades nessas necessidades e gere aquilo que tem sem colocar em causa o futuro. E isto é válido para o poder local bem como para o nacional.
Comparar a dívida da Madeira com a do Continente é pobre justificação também, se as contas do Continente estivessem boas aí sim seria interessante. Mas não estão, estão miseráveis.
O desenvolvimento é um equilíbrio entre o presente e o futuro desde que o passado o permita.
O passado que estamos a deixar para o futuro não permite desenvolvimento.
O que mais me desilude nos partidos políticos é precisamente esta dicotomia, passado e futuro.
O buraco encontrado nas contas do Continente é ignorado pelo PS enquanto faz campanha na Madeira... O PSD que relata casos de desastre financeiro no Continente suporta todos os desmandos na Madeira. Que poder é este que João Jardim tem no PSD???
A semanas das eleições faz inaugurações diárias de obras por concluir e de outras que estão concluídas há meses... Eleitoralismo demagógico do mais inacreditável. Já para não falar nas subvenções dadas pelo governo a meios de comunicação social instrumentalisados descaradamente.
João Jardim tem um problema que passa despercebido no Continente, na Madeira todos sabemos quem manda. Um buraco é um buraco e todos os olhos se centram no carácter ditatorial do Presidente do Governo.
No Continente quem responde por um buraco nas contas de 1000 milhões de Euros??
Se os partidos querem ganhar moral para pedirem sacrifícios aos portugueses devem começar por sacrificar votos e eleições mesmo que sejam locais mas demonstrar sem equívocos que vivemos num país a sério...
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Porto 2 - Benfica 2
Não percebo as substituições deste treinador.
Para além disso considero as análises dos jornais que li muito baseadas numa comparação com o que se passou o ano passado e pouco o que se passou no jogo em si. O Porto foi melhor Todas as estatísticas o confirmam, o grande mérito do Benfica foi nunca ter desistido (também não se percebia se desistisse).
Os jornais não perceberam que resultado anormal é o 5-0 e não o 2-2. Anormal também é perder 6 pontos num campeonato inteiro.
O começo de época do Porto é uma vitória na Supertaça, derrota com o Barça, vitória para a liga dos campeões e 1º ligar no campeonato. Para crise não está mal...
A época passada foi na época passada.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Pré-Época
Sporting a precisar de tempo, bastante tempo para criar laços num bom plantel com um bom treinador.
Benfica vai dar luta este ano.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Supertaça
terça-feira, 12 de julho de 2011
Espanha e Itália
O mal dos outros não no traz felicidade no entanto já percebemos a nossa falta de poder e influência para sairmos desta situação. As acções que o governo possa ter são muito mais sinalizadas pelas instituições europeias do que pelo mercado.
A solução já tardia, tem de partir da União Europeia. Neste sentido começarmos a ouvir falar de Espanha e Itália deve assustar os líderes Europeus a periferia começa a ter muito peso no todo Europeu.
A resposta dada por estes países é a mesma: "somos diferentes de Portugal", no entanto Portugal também era diferente da Grécia...
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Rating
Arrasa qualquer processo de reentrada no mercado da dívida bem como qualquer esforço acrescido de consolidação de dívida. As medidas suplementares apresentadas pelo governo iam mais além do acordo com a Troika. O objectivo era claro e destinava-se ao exterior, tomar pedidas profilácticas para que não fossemos obrigados a rever os objectivos no final do exercício orçamental. Estas medidas foram recebidas com agrado pelas instâncias competentes que perceberam o comprometimento do país e das forças políticas em cumprir o acordado. Na verdade este foi o único facto importante das duas últimas semanas e que teriam o efeito esperado de aliviar a pressão dos mercados de dívida. Contra todos os factos, a Moody's corta vários níveis de Rating e coloca Portugal sem saída. Porquê? Baseado em que dados?
As 3 principais agências de Rating, todas elas sedeadas no E.U.A., partilham mais de 90% do mercado específico e têm, por falta de concorrência, uma influência desmedida no mercado e na percepção de risco do mesmo. Normalmente não acho que medidas de força por parte de intervenientes de micro dimensão como o nosso país possam surtir qualquer efeito, mas de facto apetece deixar de lhes encomendar notações de risco... o que poderia acontecer?? cortarem-nos o Rating? Infelizmente o presente não se coaduna com o que queremos de futuro e de futuro queremos regressar ao mercado e apresentar percepções de risco simpáticas que nos permitam emitir dívida a juros comportáveis.
Os E.U.A. pelo seu Presidente sugeriu há pouco tempo que teria de ser aprovada uma alteração constitucional para que o país possa endividar-se mais ainda, e dessa forma poder honrar compromisso de curto prazo. A juntar a essa declaração de intenções sabemos que o senado é neste momento de maioria Republicana, fortemente opositora ao aumento do endividamento e opositora de Obama em geral... Rating dos E.U.A.: AAA...
sábado, 18 de junho de 2011
Governo
As negociações foram rápidas, as diferenças foram colocadas de lado para outros dias. Era importante apresentar rapidamente um governo e fazê-lo de forma coesa sem fugas de informação os desditos. A surpresa em relação a alguns nomes reflecte isso mesmo e eventualmente algumas possíveis recusas. Ficou de fora do acordo Fernando Nobre, que não tinha a ver com o governo em si e que poderia atrasar a constituição do mesmo. Quanto a Fernando Nobre, o equilíbrio entre a "palavra dada" e uma possível fragilização com uma derrota na eleição em Assembleia deve ser muito bem gerido por Passos Coelho. Pessoalmente acho que Fernando Nobre foi primeiro uma má escolha e agora representa um fardo. Se ele se apercebesse disso retiraria o nome de cogitação e o problema ficaria resolvido.
Do organograma:
11 ministérios que serão complementados por secretarias de estado mais abrangentes e importantes. Ressaltam as secretarias de estado já conhecidas, Cultura sob alçada directa do 1º ministro, secretaria de estado da presidência e adjunta, cargos próximos do 1º ministro que resultam de ministérios que deixam de existir.
2ª personalidade do governo, o Ministro das Finanças uma decisão já esperada graças á importância do cargo e centralidade na discussão orçamental que se segue. Das negociações surge um governo equilibrado entre as opções de aparelho partidário com 4 e 3 ministros cada e 4 ministros marcadamente independentes. CDS fica com o Ministério dos Negócios Estrangeiros particularmente relevante numa óptica de diplomacia económica, é também uma ambição antiga de Paulo Portas. O super-ministério da Agricultura, Ambiente, Mar e Ordenamento do Território e o pequeno Ministério da Solidariedade e Segurança Social completam o pecúlio do CDS. Finanças, Educação, Economia e Saúde ficam com os independentes e são os ministérios mais importantes nesta fase devido a crise, Só a Saúde representa 10% da despesa nacional.
Executivo:
Os nomes prpostos pelo CDS já eram esperados, Paulo Portas e duas pessoas próximas. Assunção Cristas tem em mãos um super-ministério e controla 90% dos fundos europeus. terá de ter uma equipa bastante alargada para gerir tudo isso. Paulo Portas pode negociar a compra de dívida nacional e divulgar uma imagem diferente. Pedro Mota Soares fica com o ministério mais "estranho" de todos, pequeno e desprovido do Emprego.
Nas Finanças surge um desconhecido do grande público e meu também. Tem um impressionante currículo mas pouco executivo. Ideologicamente está muito próximo do proposto em campanha por Passos Coelho o que representa coerência, Vítor Gaspar está muito por dentro do funcionamento das instituições europeias e do BCE o que é uma enorme vantagem.
Outro desconhecido Santos Pereira surge na Economia. Como vantagem tem a independência é no entanto académico sem grande experiência e tem em mãos outro super-ministério com as empresas do estado, negociações com os sindicatos e preparação das privatizações. Tarefa Hérculea.
Saúde fica com Paulo Macedo numa escolha economicista e arriscada. É, acredito a pessoa certa para controlar as despesas nessa área, assim como abre perspectivas para uma futura revisão constitucional... o "tendencialmente gratuito" pode mudar.
Esperava ver Vitor Bento no executivo bem como Bagão Félix. Não me agrada a presença de Paula Teixeira da Cruz nem de Miguel Relvas. Contava ver Miguel Macedo nos Assuntos Parlamentares, e Aguiar Branco na Justiça. A Administração Interna poderia ficar com Nuno Melo do CDS saindo Mota Soares e juntando o Emprego á Segurança Social sob a alçada de mais um independente.
No geral é um governo jovem e representa um espírito de mudança bastante marcado. Pode ser acusado de pouca experiência mas se levarmos em linha de conta a "experiência" passada... não é defeito...
terça-feira, 14 de junho de 2011

Dallas ganhou a NBA. Gostei. Principalmente pelo Jason Kidd que anda nesta vida há 17 anos e nunca tinha ganho.
Gostei que Miami não tivesse ganho, como dizia o Presidente dos Cleveland Cavaliers não há atalhos para o sucesso.
E como todos sabemos contar com o ovo no cu da galinha dá sempre mau resultado...
sábado, 4 de junho de 2011
Campanha
Campanha do PSD: Programa interessante apesar de demasiado extenso e com demasiadas generalidades. Passos Coelho a subir de nível nos últimos momentos, alguns "apoios" de notáveis do partido, tímidos e a cumprir obrigação. Muitas asneiras ditas com assuntos como o aborto, medidas económicas etc. Muitas presenças e escolhas despropositadas.
Campanha do PS: verdadeiramente impressionante a máquina socialista, bem oleada e eficaz. A tentar fazer esquecer 6 anos de governo com os resultados que se conhecem, uma demissão de governo a culpar o resto do mundo, nenhuma pro actividade, e o primeiro-ministro mais preocupado em fazer contra-oposição.
Campanha do CDS: como sempre a mais eficaz a juntar ao melhor trabalho no parlamento. Apesar de todas os contras ideológicos. O risco de uma possível aliança ao PS para viabilizar uma maioria parece neste momento remota.
PSD-38%
PS-32%
CDS-12%
Apenas um palpite.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Zen Master

Comecei a gostar de NBA no final da década de 80, a primeira equipa que me marcou foram os "Bad Boys" Detroit Pistons não pelo que jogavam mas principalmente pela vontade de ganhar. Mais tarde e através da net e dos Flashbacks televisivos conheci a rivalidade Celtics/Lakers comandados por Bird e "Magic". Mas acima de todos estão os Chicago Bulls de Phil Jackson.
Phil Jackson tem mais anéis de campeão que dedos uma lenda viva que se retira agora.
O melhor de sempre? Ele só treinou os melhores, ganhou seis campeonatos com Jordan e Pippen, mais três Shaq e Bryant e outros dois com Bryant e Gasol... é mais fácil assim. Mas os números não são relativos.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Da rivalidade
Não posso concordar com qualquer acto de violência fisica e até verbal pois aí ultrapassa-se os limites de civismo e esses limites foram há muito ultrapassados nesta "guerra" Porto-Benfica. É preciso baixar o volume e o tom e ficarmo-nos pelos bate-bocas na TV, nas conferências de treinadores e disputas em campo porque isso dim, faz parte do jogo. Quem pensa que não, é porque não vê futebol seja num qualquer dos cantos do mundo. Amanhã temos Euroleague para 3 clubes. Não jogo a cartada "patriotismo". Ser-se Patriota é demasiado importante para se misturar com a rivalidade no futebol. Digam-me um País onde os adeptos de um clube apoiam o rival nas competições internacionais??
Os exemplos contrários são infindáveis.
Todos temos o nosso ponto de partida e o meu é o de um Portista ferrenho.
Não ha culpados nem inocentes, não há anjos nem demónios.
O que eu sei é que não aprendo rigorosamente nada com este Benfica, não pelos últimos actos mas sim porque tenho memória. Mais, prefiro sempre uma besta declarada a uma encapotada de bestial.
Do campeonato
quinta-feira, 24 de março de 2011
Iniciativa Presidencial
Governo de iniciativa Presidencial coordenado pelo Presidente da Republica pelo período que resta da legislatura assente no apoio da AR numa coligação a 3 partidos, PS, PSD e CDS.
Redução do número de ministérios a 13 com o PS a indicar 6 ministros, o PSD 5 e o CDS 2.
Já agora vai uma sugestão com ênfase no peso político e menos na tecnocracia.
Ministro dos Negócios Estrangeiro - Lúis Amado
Ministro das Finanças - Manuela Ferreira Leite
Ministro da Economia e Inovação - António lobo Xavier
Ministro da Agricultura, Pescas e Ambiente - Francisco Assis
Ministro da Defesa - Pedro Silva Pereira
Ministro dos Assuntos Parlamentares - Luís Marques Mendes
Ministro da Saúde - Teresa Caeiro
Ministro da Cultura - Edite Estrela
Ministro da Administração Interna - Paulo Rangel
Ministro das Obras Publicas - Antonio Costa
Ministro da Justiça - Marcela Rebelo de Sousa
Ministro do Trabalho - Rui Rio
Ministro da Educação e Ciência - Vieira da Silva.
É apenas uma aproximação ao assunto, uma ideia... Já que poucos as têm.