Começamos pela forma: Mais uma vez o anúncio avulso de uma medida que terá apenas efeito em 2013 se aprovado o orçamento de estado, foi catastrófico. Deveria ter sido enquadrado o motivo teórico para a sua apresentação, bem como complementado com o corte esperado nas PPP’s e outras despesas. A medida surge como apaziguamento do estado de espírito da Troika uma vez que o chumbo das medidas anteriores por parte do Tribunal constitucional, exigia medidas adicionais. No entanto o Governo é de Portugal… Após a chuva de críticas que se seguiu ao anúncio vieram os ajustes à medida que pareceram não mais do que remendos. Modelação da medida?? Crédito de imposto?? Controlo contabilístico nas empresas?? O governo estava com certeza à espera das críticas dos sindicatos, da oposição, até dos costumeiros do PSD, não estava certamente à espera da crítica demolidora de dezenas de personalidades conotadas com o centro/direita parlamentar. Nem estava certamente à espera da crítica do patronato.
blueguer
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sexta-feira, 14 de setembro de 2012
TSU
Começamos pela forma: Mais uma vez o anúncio avulso de uma medida que terá apenas efeito em 2013 se aprovado o orçamento de estado, foi catastrófico. Deveria ter sido enquadrado o motivo teórico para a sua apresentação, bem como complementado com o corte esperado nas PPP’s e outras despesas. A medida surge como apaziguamento do estado de espírito da Troika uma vez que o chumbo das medidas anteriores por parte do Tribunal constitucional, exigia medidas adicionais. No entanto o Governo é de Portugal… Após a chuva de críticas que se seguiu ao anúncio vieram os ajustes à medida que pareceram não mais do que remendos. Modelação da medida?? Crédito de imposto?? Controlo contabilístico nas empresas?? O governo estava com certeza à espera das críticas dos sindicatos, da oposição, até dos costumeiros do PSD, não estava certamente à espera da crítica demolidora de dezenas de personalidades conotadas com o centro/direita parlamentar. Nem estava certamente à espera da crítica do patronato.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Liga Europa
No final de contas uma campanha falhada. O Porto tem de se qualificar na fase de grupos e ponto final.
Na Liga Europa temos de ser candidatos a ganhar novamente.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Jornalista??
"Os portugueses estão hoje divididos mais do que nunca. Há os que veem em Pedro Passos Coelho um “salvador” e os que o veem como o “coveiro da Pátria”. Do mesmo modo, há os que gostam de Paulo Bento e os que o detestam.
Reconheça-se que há um certo clubismo nestes sentimentos. Os adeptos do FC Porto, por exemplo, nunca perdoaram a Scolari não ter convocado Vítor Baía – e, por isso, bateram palmas à sua substituição e apostaram no êxito do seu sucessor, Carlos Queiroz. Pela mesma razão, não gostaram da saída de Queiroz e fazem agora campanha contra o treinador que lhe sucedeu, Paulo Bento."
No dia seguinte ao apuramento de Portugal para o Euro por 6-2, este senhor afirma que 1.5 ou 2 ou 2.5 milhões de portugueses ficaram desiludidos... Sempre, sempre os adeptos do Porto na vanguarda de tudo o que de negativo possa acontecer no futebol nacional.
Ao que parece um famoso adepto do porto (Manuel Serrão) apelidou Paulo Bento de Parolo... Obviamente por indução lógica os adeptos do Porto fazem campanha contra Paulo Bento. O que representa isto no dia seguinte ao apuramento para o Euro?? se os Portugueses estão divididos, uns ficaram contentes e os outros tristes.
Eu sou Portista, nunca gostei de Scolari, não gostei da forma como Queiroz foi empurrado, e desejo o maior sucesso a Paulo Bento. Estive inclusive no Dragão a apoiar Portugal contra a Dinamarca e contra a Islândia.
Por fim não reconheço qualquer Portista seja ele qual for como porta-voz de todos os Portistas e acredito também que hajam poucos Portistas que deleguem o seu portismo opinativo...
Já quanto ao "jornalista"... não me surpreende.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Notas sobre OE 2012
O aumento de meia hora de trabalho no sector privado é no meu entender praticamente ineficaz... pela simples razão que na maioria dos casos trata-se apenas de legalizar uma prática já generalizada... Por exemplo: para quem trabalha no sector da banca, meia hora adicional de trabalho "legal" é perfeitamente indiferente... E porque não o aumento do horário da função pública de 35 para 40 horas semanais???
Revisão dos feriados é uma medida que apenas por falta de coragem não tinha sido já implementada. Pelo menos 5 feriados deviam ser extintos por não terem qualquer referência ao estado laico. Não defendo a extinção de todos os feriados religiosos pela simples razão que alguns estão já enraizados na cultura nacional.
- Festa móvel Corpo de Deus-Quinta-feira da 2.ª semana após o Pentecostes (60 dias após a Páscoa).
- 15 de Agosto Assunção de Maria-É a solenidade da Igreja Católica referente à elevação de Maria em corpo e alma à eternidade, para junto de Deus, de forma definitiva.
- 5 de Outubro Implantação da República-Celebra a implantação da República Portuguesa, em 1910, que põe termo à monarquia então vigente.
- 1 de Novembro Todos os Santos-Utilizado para recordar entes falecidos. O Dia dos Fiéis Defuntos é a 2 de Novembro mas, por questões de ordem prática, passou a usar-se o 1 de Novembro para visitar e recordar os falecidos.
- 8 de Dezembro Imaculada Conceição-Padroeira do Reino de Portugal desde 1646.
Pelo menos estes feriados são dispensáveis, outros também seriam mas... enfim, a Concordata parece ter mais poder.
Parece-me positivo o recuo na descida da TSU porque não me parece que tivesse grandes efeitos no emprego. Menos ainda se compensados por uma alteração no já pesado IVA. O emprego só crescerá com um aumento da procura interna e externa... ou seja com o crescimento do PIB. A diminuição dos custos do trabalho geram aumento de lucros e não de emprego.
O reescalonamento da Taxa normal de IVA é brutal para determinados sectores que fazem parte do "tecido turístico". Continua a não haver uma aposta de mudança do paradigma de desenvolvimento.
A suspensão dos 13º e 14º salários é muito dura, demasiado até. Todo o consumo sazonal vai ser brutalmente diminuído... O turismo vai sofrer cortes brutais, bem como o consumo electrodomésticos, mobiliários etc... Poupança impossível de ser feita.
Esperemos que as medidas sejam mesmo necessárias.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Obra e dívida
Se houvesse dívida e não houvesse obra estávamos perante um caso de justiça e não puramente político...
Justificar a dívida com a necessidade é a mais fácil e eleitoralista das justificações.
O ser humano é por definição insatisfeito e as suas necessidade permanentes e intermináveis. Um bom político define prioridades nessas necessidades e gere aquilo que tem sem colocar em causa o futuro. E isto é válido para o poder local bem como para o nacional.
Comparar a dívida da Madeira com a do Continente é pobre justificação também, se as contas do Continente estivessem boas aí sim seria interessante. Mas não estão, estão miseráveis.
O desenvolvimento é um equilíbrio entre o presente e o futuro desde que o passado o permita.
O passado que estamos a deixar para o futuro não permite desenvolvimento.
O que mais me desilude nos partidos políticos é precisamente esta dicotomia, passado e futuro.
O buraco encontrado nas contas do Continente é ignorado pelo PS enquanto faz campanha na Madeira... O PSD que relata casos de desastre financeiro no Continente suporta todos os desmandos na Madeira. Que poder é este que João Jardim tem no PSD???
A semanas das eleições faz inaugurações diárias de obras por concluir e de outras que estão concluídas há meses... Eleitoralismo demagógico do mais inacreditável. Já para não falar nas subvenções dadas pelo governo a meios de comunicação social instrumentalisados descaradamente.
João Jardim tem um problema que passa despercebido no Continente, na Madeira todos sabemos quem manda. Um buraco é um buraco e todos os olhos se centram no carácter ditatorial do Presidente do Governo.
No Continente quem responde por um buraco nas contas de 1000 milhões de Euros??
Se os partidos querem ganhar moral para pedirem sacrifícios aos portugueses devem começar por sacrificar votos e eleições mesmo que sejam locais mas demonstrar sem equívocos que vivemos num país a sério...
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Porto 2 - Benfica 2
Não percebo as substituições deste treinador.
Para além disso considero as análises dos jornais que li muito baseadas numa comparação com o que se passou o ano passado e pouco o que se passou no jogo em si. O Porto foi melhor Todas as estatísticas o confirmam, o grande mérito do Benfica foi nunca ter desistido (também não se percebia se desistisse).
Os jornais não perceberam que resultado anormal é o 5-0 e não o 2-2. Anormal também é perder 6 pontos num campeonato inteiro.
O começo de época do Porto é uma vitória na Supertaça, derrota com o Barça, vitória para a liga dos campeões e 1º ligar no campeonato. Para crise não está mal...
A época passada foi na época passada.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Pré-Época
Sporting a precisar de tempo, bastante tempo para criar laços num bom plantel com um bom treinador.
Benfica vai dar luta este ano.